Metamorfose

Sejam Bem Vindos !

Este é o blog do Ministério Cia de Dança Impacto da PIBBlumenau. Aqui você encontrará algumas novidades, palavras fotos e acontecimendos do Ministério Cia de Dança Impacto. Visite também nosso site Cia Impacto.

Mas para que Dançar?
Uma das coisas é:
Para Louvar,"Davi, vestindo um manto sacerdotal de linho, dançou com todo entusiasmo em louvor a Deus, o Senhor. E assim ele e todos os israelitas levaram a arca da aliança para Jerusalém, com gritos de alegria e sons de trombetas. Quando a arca estava entrando na cidade, Mical, filha de Saul, olhou pela janela, viu o rei Davi pulando e dançando em louvor ao Senhor. Então sentiu por ele um profundo desprezo." 2 Sm 6.14-16.

Que tal sair da posição de mero expectador e fazer parte desse exército que adorar a Deus com todas as suas forças não importando as circuntância, sair das janelas e cair na folia no meio do povo de Deus. Que tal adorar 'ainda que" e apesar "de"? Adorar pelo maravilhoso dom que Deus nos deu através de Jesus, a vida eterna!

Deus o abençõe.
Que Deus esteja conosco !!!


domingo, 28 de março de 2010

Ludmila Ferber

Nessa último final de semana, recebemos a Ludmila em Blumenau. Onde com ela adoramos e glorificamos o Senhor. Ela também compareceu aqui, para fazer uma chamada para o Congresso da Visão Celular, com o Apóstolo Rene Terra Nova, que acontecerá em Itajai (em breve aqui, mais informações sobre o Congresso).




Nascida no Rio de Janeiro, em 8 de agosto de 1965, é uma cantora de música gospel e pastora brasileira, carinhosamente conhecida como A Profetisa que canta.



Biografia
 
Ludmila Ferber começou sua carreira musical no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, em uma igreja local. Participava do louvor na igreja porém não tinha ambições artísticas. Em dezembro de 1987 casou-se com José Antônio Lino e, em 1992, Ludmila Ferber e seu marido mudaram do Rio de Janeiro para Goiânia. Mais tarde, trocaram Goiânia por Brasília, cidade onde Ludmila Ferber iniciou seu ministério pastoral. Suas filhas se chamam Ana Lídia, Vanessa e Daniela. Apesar de todo seu apogeu, Ludmila sofreu muitos preconceitos por causa de seu vibrato, para muitos não seria uma voz comercial. Entretanto todos esses argumentos se desfizeram quando foi lançado seu primeiro Cd solo o álbum Marcas em (1996) e a partir deste lançamento sua carreira se consolidou ainda mais alcançando prestígio por toda a nação. Ludmila Ferber também já havia participado da gravação de vários outros CD's, como da Comunidade Evangélica de Vila da Penha e também da série Adoração do Ministério Koinonya de Louvor.
Em 2000, 'Ludmila Ferber fundou seu próprio selo, o Kairós Music, que deu origem também ao Ministério Adoração Profética. Atualmente Ludmila Ferber é pastora da Igreja Celular Internacional no Rio de Janeiro, igreja que fundou, e preside, com seu marido desde 1999.
Ludmila Ferber é um dos contraltos mais dramáticos da atualidade, seu domínio nos graves e sua interpretação marcante faz juz a colcação, entretanto para muitos ela é mezzo-soprano, apesar da maioria de suas canções trabalharem na região grave algumas canções mostram sua facilidade em projetar a voz no registro agudo com voz de cabeça como é o caso da música (Os sonhos de Deus) onde ela atinge um belo ré4 o que pode ser apreciado também na música (A tua uncão) do cd O verdadeiro amor, já no cd A esperança vive gravado em 2009 na canção (os sonhos voltaram) Ludmila Ferber atinge um ré2 mostrando seu domínio e habilidade em executar notas graves e por fim na canção (tempo de cura) do cd Adoração Profética 3 ela atinge com voz de cabeça a nota Sol#4 o que poderia habilitar sua classificação como mezzo-soprano. Com base em suas gravações podemos perceber que sua extensão tem cer de 2 oitavas e meia. Entratanto esses dados são relativos já que o canto popular não trabalha de fato toda a extênsão vocal e não exige tanta técnica como nos grandes musicais e concertos operísticos onde o cantor trabalha toda sua extensão podendo ultrapassar a extensão de 4 oitavas e utilizar em uma única peça uma parcela considerável de sua tessitura vocal.

Discografia

Carreira solo
  • Marcas (1996)
  • O Verdadeiro Amor (1998) - MK Publicitá
  • Deus é bom Demais (1999) - MK Publicitá
  • Os Sonhos de Deus (2001) - Kairós Music
  • O Coração de Quem Adora (2002) - Kairós Music
  • Unção sem limites (2002) - Kairós Music
  • O segredo de ser feliz (2003) - Kairós Music
  • Tempo de cura (2004) - kairós Music
  • Ouço Deus me chamar (2004) - Kairós Music
  • Uma história, uma estrada, uma vida (2004) - Kairós Music
  • 24 Horas Por Dia (2005) - Kairós Music
  • Nunca pare de lutar (2005) - Kairós Music
  • Ainda é Tempo (2006) - Kairós Music
  • Yaweh Shammah (2003) - Kairós Music
  • Coragem (2007) - Kairós Music
  • Pérolas da Adoração (2007) - kairós Music
  • Cantarei para Sempre (2008) - Kairós Music
  • A Esperança Vive (2009) - Kairós Music
Com Ministério Koinonya
  • Série Adoração - (a partir do Vol.5)

sexta-feira, 12 de março de 2010

Composição, arranjo, ensaios e orquestração no Ministério Diante do Trono



É importante salientar que a mesma unção que o Senhor derrama sobre o compositor deve estar também sobre os arranjadores e em cada um dos intérpretes. Nós, do Diante do Trono, temos buscado incessantemente no Senhor, com jejuns, orações e retiros espirituais, que o próprio Espírito de Deus esteja agindo por nosso intermédio.

Tudo começa assim: a Ana Paula recebe as canções do Senhor. Paulo Abucater ou Gustavo Soares harmonizam a canção, introduzindo o que se chama de “cifras”. Eu dirijo os ensaios de base organizando esses arranjos, e escolhemos em grupo a melhor tonalidade e o melhor andamento – sempre levando em conta que é uma música para ser cantada com a congregação. Enquanto aprendemos a melodia, Maximiliano Moraes já começa seu trabalho fazendo suas anotações e criando alguns arranjos vocais.

Depois da maior parte do repertório do CD escolhida, começo, então, a fazer as orquestrações buscando dar equilíbrio e conjunto ao CD como um todo. Uma das formas de se começar um arranjo é anotar as seguintes definições na música:

Groove – É a levada da banda, ou seja, o ritmo do acompanhamento.

Hook – É usado como um sinal para se voltar a uma determinada seção da música.

Reef – Parte de um acompanhamento onde toda a base toca junto.

Temos como exemplo a música “Me Libertou”, do CD Diante do Trono 1. O primeiro groove é um funk, e o segundo, no coro, é um mambo. Na introdução, temos um reef repetido duas vezes, que também aparece no coro e no final da música. Assim, podemos usar os metais reforçando esses reefs e também os hooks.

Estudo das formas musicais

A compreensão da forma musical é de extrema importância para o arranjador, porque com esse conhecimento ele ajuda a construir a música e pode conferir à mesma uma dinâmica que, com certeza, a tornará mais interessante. Quanto mais elaborada for a forma da canção, mais condições o arranjador terá para trabalhar. No entanto, quando a forma for simples, o arranjador deve ter atenção redobrada – isto não significa que o arranjo deva ser pobre; pelo contrário, deve ser simples mas muito criativo e requintado.

Na forma usual, temos: Introdução, verso, coro, ponte, tag (coda) e fim.

Introdução: São os primeiros acordes da música, aqueles que darão noção à congregação sobre qual música será cantada.

Verso: São seções da música onde a história da canção é desenvolvida.

Coro: É a seção da música onde supostamente se canta a conclusão da história.

Ponte: É a parte da canção que não foi cantada antes e nem será mais cantada depois; é como, literalmente, uma “ponte” de ligação entre trechos da música. Muitas vezes o clímax da música está na ponte.

Tag: São as últimas frases da música, que em geral são repetidas para firmar a idéia da canção.

Fim: Pode ser cantado ou apenas instrumental; muitas vezes faz referência à introdução ou a determinado trecho de destaque da canção.

Temos como exemplo de forma elaborada a canção “Vem”, do CD Exaltado: Introdução, verso 1, verso 2, coro 1, coro 2, HOOK; verso 1, verso 2, coro 1, coro 2; ponte 1, ponte 2, coro 1, coro 2; ponte 1, ponte 2, ponte instrumental 1, ponte instrumental 2; FINAL (com variação do HOOK). Já como exemplo de forma simples, temos a canção “Dono do Meu Coração”, do mesmo CD: Introdução, verso 1, coro; verso 2, coro; verso 3, coro; verso 4, repetição do verso 4, introdução (como ponte); coro e tag.

Nesta última canção temos um belo exemplo de arranjo vocal com forma simples. Ele abusa das combinações vocais, como solos, duetos, trios, mulheres em uníssono, homens em uníssono, todos a capella em uníssono e também harmonizados, e ainda muitas modulações. O arranjo instrumental teve que ser, então, um simples ornamento, porém bem refinado. Neste caso, temos um trio de flauta, viola e trompa, com acompanhamento de piano.

Tendo conhecimento e desenvolvendo uma forma como esta, o arranjador poderá dar uma dimensão maior à música, reconhecendo o seu ponto culminante para o uso das texturas (quantidade de instrumentos ao mesmo tempo), os lugares de tensão e de relaxamento musical, além de timbres a serem usados, descobrindo pontos ideais para a polifonia (vozes caminhando independentemente) e a homofonia (vozes diferentes com a mesma divisão rítmica), tornando seu arranjo mais rico e coerente.

Melodia e arranjo instrumental

É importantíssimo observar que o arranjo para os metais não deve confundir ou encobrir a melodia, porque esta deve estar sempre em primeiro plano (principalmente quando for uma música vocal, onde a maior importância deve ser dada à letra da música, onde se encontra a mensagem a ser transmitida). Procure, então, os espaços entre as frases e as notas longas da melodia.

Arranjos espontâneos e improvisações

O grupo instrumental deve fluir em arranjos espontâneos da mesma forma que o grupo vocal. Chamo de espontâneos aqueles momentos em que o líder de louvor leva a congregação a dedicar ao Senhor um cântico novo, feito naquele momento. O instrumentista deve fazê-lo também, mas lembre-se que precisamos ter discernimento para perceber o momento em que devemos tocar e, principalmente, parar de tocar.

Vejo a improvisação, pessoalmente, como um “tempero na comida”, como o sal ou a pimenta. Um pouquinho vai bem, e no ponto certo é ainda melhor. Mas, se passar do ponto, estraga tudo. Aconselho ao arranjador determinar alguns pontos no seu projeto (um CD como um todo) para a improvisação ou solo instrumental, principalmente tratando de um trabalho de louvor e adoração congregacional.

Adoração (João 4.23,24)

Ao entrarmos na presença do Senhor, ao contemplá-lo, rasgamos nossa alma. Temos no coração uma paixão tão grande por Jesus que sentimos com freqüência o desejo de dizer somente “Jesus, Jesus, Jesus...” Ele é o Amado de nossa alma. Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro.

Quando estamos adorando ao Senhor, nossas necessidades, que já são conhecidas por Ele antes que venham aos nossos lábios, são atendidas. Ele intervém e nos vai revelando, de maneira gloriosa, a mais profunda adoração; vai testificando em nosso espírito a oração respondida. A adoração ao Senhor por meio do louvor é oração poderosa.

Sérgio Gomes

quarta-feira, 10 de março de 2010

Patinação no Gelo


    A patinação artística no gelo (português), ou figure skating (ingles), é um dos tipos de patinação. Faz parte dos Jogos Olímpicos de Inverno desde o início em Chamonix, em 1924. Também fez parte dos Jogos Olímpicos de 1908 e 1920. A pioneira desse esporte é a lendária Sonja Henie.


 História


    O hábito de patinar tem a sua origem na Europa. No começo, patinar era uma maneira de se locomover, utilizada para atravessar os lagos e canais congelados no Inverno. Após ser descoberta como forma de recreação, patinadores brincalhões passaram a fazer desenhos no gelo com as lâminas dos patins e desafios começaram a ser realizados.
    A partir da avaliação dos desenhos decidia-se qual era o mais original, complexo e bonito. Daí surgiu o nome pela qual esta modalidade é conhecida, Patinagem Artística. Alguns romanciam que os melhores patinadores conseguiam assinar os seus nomes sobre o gelo. Grandes nomes como Ekaterina Gordeeva e Sergei Grinkov, Kristi Yamaguchi, Sasha Cohen, Alexei Yagudin, Evgeni Plushenko, Brian Joubert, Carolina Kostner, Mao Asada e Yu-Na Kim são pessoas que ditam e ditaram os rumos da patinagem em suas épocas, e são alguns dos melhores patinadores que o mundo já viu.